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Isso que é vida

Você debruçada na cama Pernas meio abertas E o que me resta Ir por trás Beijar suas pernas Até a popa da bunda Morder seguidamente chupando Outra mão apertando Acima das nuvens Céu sempre aberto Como seu grelo Explorado e belo Lindo, excelso Minha boca se encaixa Tudo perfeito Amo muito tudo isso O gosto da fúria Melo meu rosto Chupo até fazer barulho Saliva e dentes Apreciam levemente Ou agressivamente Porém Eu contemplo a melodia da sua gemida Isso que é vida.

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A vida é louca Somos mais ainda Na ida E vinda Você de quatro Eu mordendo seus lábios Lambendo na fonte Penetração lenta Geme baixo Tapa no bumbum Abocanho a bocetinha E até linguada no cuzinho.

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Sua sombra me ilumina Sou apaixonado pelo brilho dessa vagina Lisa e fina Lábios carnudos Na bunda que se empina Você me alucina O clitóris é minha sina Senta na cara Quero te chupar Sentir o melado escorrer Isso tudo virou rotina.

Amanhã é 7

Dia de colocar os melhores sorrisos/risos no seu rosto; lhe proporcionar incríveis prazeres; te admirar excessivamente; buscar o deleito nas suas curvas esbeltas; encontrar a paz num belo orgasmo; sentir a nossa temperatura; o suor escorrer pelos mínimos detalhes do nosso corpo; momento para sentirmos frio na barriga de amor e tesão; conversar para continuarmos nessa união; elevar nossa sintonia em cada transa; roçar os seios na minha boca; gemer pedindo mais; exigir tapas na bunda; massagear a popa dela; beijar seus pés, mordê-los; apreciar as perfeitas estrias; contemplar as celulites fascinantes, e claro, realizar prazeres infindáveis só com a minha boca.

Nua na maçã

Foi quando mordi, abocanhei, realizei aquela chupada forte, profunda, pegando todo o caldinho como se fosse o mel da sua boceta apetitosa. A piroca latejou, endureceu, ficou furiosa porque ela não entrou no buraco quente que tanto ama. Eu senti uma tremedeira profunda, fiquei quente, mas continuei comendo e chupando como se estivesse mordendo, mastigando aquele grelo, o clitóris, sugando os lábios, a virilha... uma grande tortura real. Entretanto, não passou de um devaneio, alimentado pelo meu tesão que me transbordava de uma ânsia fascinante e desconhecida. Te ver na maçã foi gostoso - além de eu amar essa fruta, também sou obcecado pela sua boceta.

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Me deleitar nessa exuberância é sorrir de orelha à orelha excitado.

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Quando seus seios pedem minha boca, reluzem mais que toda luz existente.

Sua calcinha melada II

Olhando nos seus olhos eu provoco uma explosão interna em você. Instigo sua mente ao luxo do tesão, na sala, olhares fixados - minha mão no pau, alisando levemente - e as paredes pegando fogo. Encantadora, levanta a saia, fica passando uma mão por cima da calcinha (branca), bate na boceta, morde os lábios, puxa-a para o lado, alisa o clitóris com o indicador, escorrega pelo grelo, passando bem no meio, até penetrá-lo e tirá-lo molhadíssimo, voltando entre os lábios, uns três dedos, soltando a calcinha, quando finge penetrar um dedo novamente por cima da calcinha você pára e me mostra o quanto sua calcinha está melada. Leva o dedo na boca, chupa, fecha os olhos, me enche de tesão, vendo meu pau ouriçado e mais duro que uma rocha, só de te ver assim.