Mais ninguĂ©m. VocĂȘ me entende? Ă sĂ©rio! Quando me deito, relaxo sĂł de imaginar minha boca nos seus seios, penso nessa boceta irreal (de tĂŁo bela), sorrio ao lembrar da sua gemida, me transbordo de tesĂŁo refletindo sobre sua quicada, a rebolada irrefutĂĄvel, abrindo a bunda e mostrando o cuzinho, as linguadas e cuspidas, ideias vivas, na eletricidade que excita, nĂŁo tenho tempo para pensar em alguĂ©m que nĂŁo seja vocĂȘ.