I’m the man
Procurando as melhores formas de fazĂŞ-la feliz, cheguei Ă conclusĂŁo de que apenas com a simplicidade isso poderia ser feito facilmente. No meu interior existe uma imensurável fonte de purezas fabulosas capazes de atingir lugares inimagináveis. Fiz disso a minha inspiração, juntando com o nosso prazer recĂproco, alcançando o prazer absurdo onde frios na barriga e arrepios instantâneos apenas com toques já nos transbordavam de ansiedade para começar o show.
O primeiro passo foi buscar sapiĂŞncia para nunca decepcioná-la ou deixá-la na mĂŁo. Como outros decepcionaram-na, chegou a minha vez de provar para ela que ainda existia Homem de verdade. Assisti vĂdeos e filmes pornográficos sozinhos, virei noites acordado sĂł pensando nela, me masturbava 3x ou 4x por dia, sempre pensando na beleza dela. Andando com calma, vivenciando momentos indescritĂveis muita coisa aconteceu (inclusive, fi-la se apaixonar). As vezes que me flagrava lendo artigos erĂłticos para por em prática com ela foram geniais. Busquei nunca ser egocĂŞntrico e ignorante como a maioria. Ela entendia tudo que eu estava dizendo com ações o que palavras nĂŁo seriam capazes. Quando senti o primeiro orgasmo acontecer, em uma cena muito especial, deu para notar que eu estava indo no caminho certo: ela sentada com a boceta logo na minha boca. Entre chupadas e lambidas causei tremores no interior dela, afetando diretamente no motor que faz o melado descer. Logo depois dei todo carinho e harmonia para os esbeltos seios que compõem a parte frontal do corpo exuberante que Deus criou. Me aprofundei nas melhores formas de chupar, sugar, mordiscar, morder, lamber, lambuzar para sentir meu pau quentĂssimo, latejando pela boceta inchada de grandes lábios fascinantes. Direto do submundo provei para ela o quanto estou em extinção, atĂ© que passou a acreditar.
Busquei o segundo passo: explorando cada detalhe que o corpo dela poderia me oferecer. Beijava a orelha, mordia, sussurrava palavras para sentir a boceta meladinha, de tanta judiação sĂł com a fala. Gostei da ideia de passar a lĂngua, ela gemia e adorava. Dava uma zoada na nuca, com leves mordiscadas mas com muitos beijos e cafungadas, delirando no perfume irradiante que sempre passava. Roçava tanto o nariz, os lábios, engolia saliva... Um verdadeiro momento de luxĂşria. Eu me acabava nela, e ela já tinha noção que i'm the man. Encostava a danada na parede, colocava as mĂŁos na cintura, apertando, descendo para a bunda hipnotizante, uma tortura aprazĂvel, com uma curvatura incrĂvel na popa que alimentava a perfeição. Voltava subindo as costas, alisando no maior valor, calmaria, ânsia e calor. Descia a boca pela clavĂcula, lambendo devagar atĂ© os seios, deixando um melado, o outro livre. Cismei de "engolir", chupando como uma criança na mamadeira; me sentia esfomeado, na uria por aquela maravilha. Passava a lĂngua pela aurĂ©ola como se fosse o clitĂłris, numa obsessĂŁo para lá de excitante. Um vapor subia pelo nosso corpo, e era bem perceptĂvel. Meu pau roçava entre a virilha e o grande lábio, onde misturava o melado da cabeça com o da boceta, atĂ© que entrou no tĂşnel rosa. Ela fez questĂŁo de levantar uma perna, jogar na minha cintura; segurei, comecei a penetrar lentamente, relaxando, os olhos fechando, abrindo, ela pressionada contra a parede, sem saĂda, tirei a boca do seio, subia novamente atĂ© o pescoço, lambendo legal, ela aproveitou, foi com a boca no meu ouvido e disse em tom de riso: - Acho que entrou automaticamente, porque nĂŁo era a sua intenção. — respondi no mesmo tom: - Meu pau tem o GPS do caminho que o leva Ă essa boceta magnĂfica. — ela ficou mordendo a orelha por alguns minutos, assoprando suavemente, eu relaxando durante a penetração, de tĂŁo gostoso; focando o olhar para os seios que dançavam enquanto aumentava a intensidade do vai e vem, uma loucura, ela gemendo baixinho quase engolindo o ouvido, minha alma delirando, a outra mĂŁo levei aos seios, passando por eles, apertando um pouco, ela cismou de jogar a outra perna em mim, me prendendo, levei as duas mĂŁos Ă bunda, ajeitei-a, aĂ que fui mais rápido ainda no vai e vem, olhando dentro dos olhos dela, um esboçamento que ela fez com a boca que me fez ficar perplexo, mordendo o lábio inferior e pedindo: - Isso, mostra que vocĂŞ Ă© o cara... Fode sua mulher, fode! — abocanhei um seio, a mĂŁo se acabava na bunda, pressionei-a mais contra a parede tipo apoiando, com uma mĂŁo bati e já segurei novamente, pegando com força, vontade, obsessĂŁo por ela.
No terceiro passo, nada muito diferente: foco nos orgasmos capazes de tornar o estilo de vida melhor e mais sadio, tanto para o meu quanto o dela. Quando cismei com a bunda hipnotizante, me senti mais vivo. Já estava realizando algumas coisas que aprendi, outras sozinho e assim sucessivamente. Ao tirar meu "instrumento" dela, volta para o chĂŁo, continuo a roçar nela, nos beijamos intensamente, os olhos fechados nos levavam a lugares onĂricos onde as lĂnguas se cruzavam parecendo que estavam brigando para ver quem mandava naquela área. O vapor nos agitava, levou uma mĂŁo ao pau, fazendo com que roçasse mais pelo grelo, apimentando mais; esfregava a cabeça pelos lábios, para cima, para baixo, de lado, na virilha, penetrava, tirava, me atiçava, o beijo inflamável, todo cuidado era pouco, as lĂnguas se entendiam perfeitamente como refrigerante e açúcar; diminuindo a intensidade mordi a lĂngua, puxava com os dentes, emendando com os lábios, puxando no maior love, olhos se abrindo, se olhando naquele impacto, ela tirou a mĂŁo do meu instrumento, levou ao clitĂłris, massageou me olhando por alguns segundos mas logo se dedou, pegou o melado, levou Ă prĂłpria boca e chupou me olhando, repetindo isso por pelo menos 3x. De tanto que busquei proporcionar o melhor prazer, ela sabe desde o começo que i'm the man.
O primeiro passo foi buscar sapiĂŞncia para nunca decepcioná-la ou deixá-la na mĂŁo. Como outros decepcionaram-na, chegou a minha vez de provar para ela que ainda existia Homem de verdade. Assisti vĂdeos e filmes pornográficos sozinhos, virei noites acordado sĂł pensando nela, me masturbava 3x ou 4x por dia, sempre pensando na beleza dela. Andando com calma, vivenciando momentos indescritĂveis muita coisa aconteceu (inclusive, fi-la se apaixonar). As vezes que me flagrava lendo artigos erĂłticos para por em prática com ela foram geniais. Busquei nunca ser egocĂŞntrico e ignorante como a maioria. Ela entendia tudo que eu estava dizendo com ações o que palavras nĂŁo seriam capazes. Quando senti o primeiro orgasmo acontecer, em uma cena muito especial, deu para notar que eu estava indo no caminho certo: ela sentada com a boceta logo na minha boca. Entre chupadas e lambidas causei tremores no interior dela, afetando diretamente no motor que faz o melado descer. Logo depois dei todo carinho e harmonia para os esbeltos seios que compõem a parte frontal do corpo exuberante que Deus criou. Me aprofundei nas melhores formas de chupar, sugar, mordiscar, morder, lamber, lambuzar para sentir meu pau quentĂssimo, latejando pela boceta inchada de grandes lábios fascinantes. Direto do submundo provei para ela o quanto estou em extinção, atĂ© que passou a acreditar.
Busquei o segundo passo: explorando cada detalhe que o corpo dela poderia me oferecer. Beijava a orelha, mordia, sussurrava palavras para sentir a boceta meladinha, de tanta judiação sĂł com a fala. Gostei da ideia de passar a lĂngua, ela gemia e adorava. Dava uma zoada na nuca, com leves mordiscadas mas com muitos beijos e cafungadas, delirando no perfume irradiante que sempre passava. Roçava tanto o nariz, os lábios, engolia saliva... Um verdadeiro momento de luxĂşria. Eu me acabava nela, e ela já tinha noção que i'm the man. Encostava a danada na parede, colocava as mĂŁos na cintura, apertando, descendo para a bunda hipnotizante, uma tortura aprazĂvel, com uma curvatura incrĂvel na popa que alimentava a perfeição. Voltava subindo as costas, alisando no maior valor, calmaria, ânsia e calor. Descia a boca pela clavĂcula, lambendo devagar atĂ© os seios, deixando um melado, o outro livre. Cismei de "engolir", chupando como uma criança na mamadeira; me sentia esfomeado, na uria por aquela maravilha. Passava a lĂngua pela aurĂ©ola como se fosse o clitĂłris, numa obsessĂŁo para lá de excitante. Um vapor subia pelo nosso corpo, e era bem perceptĂvel. Meu pau roçava entre a virilha e o grande lábio, onde misturava o melado da cabeça com o da boceta, atĂ© que entrou no tĂşnel rosa. Ela fez questĂŁo de levantar uma perna, jogar na minha cintura; segurei, comecei a penetrar lentamente, relaxando, os olhos fechando, abrindo, ela pressionada contra a parede, sem saĂda, tirei a boca do seio, subia novamente atĂ© o pescoço, lambendo legal, ela aproveitou, foi com a boca no meu ouvido e disse em tom de riso: - Acho que entrou automaticamente, porque nĂŁo era a sua intenção. — respondi no mesmo tom: - Meu pau tem o GPS do caminho que o leva Ă essa boceta magnĂfica. — ela ficou mordendo a orelha por alguns minutos, assoprando suavemente, eu relaxando durante a penetração, de tĂŁo gostoso; focando o olhar para os seios que dançavam enquanto aumentava a intensidade do vai e vem, uma loucura, ela gemendo baixinho quase engolindo o ouvido, minha alma delirando, a outra mĂŁo levei aos seios, passando por eles, apertando um pouco, ela cismou de jogar a outra perna em mim, me prendendo, levei as duas mĂŁos Ă bunda, ajeitei-a, aĂ que fui mais rápido ainda no vai e vem, olhando dentro dos olhos dela, um esboçamento que ela fez com a boca que me fez ficar perplexo, mordendo o lábio inferior e pedindo: - Isso, mostra que vocĂŞ Ă© o cara... Fode sua mulher, fode! — abocanhei um seio, a mĂŁo se acabava na bunda, pressionei-a mais contra a parede tipo apoiando, com uma mĂŁo bati e já segurei novamente, pegando com força, vontade, obsessĂŁo por ela.
No terceiro passo, nada muito diferente: foco nos orgasmos capazes de tornar o estilo de vida melhor e mais sadio, tanto para o meu quanto o dela. Quando cismei com a bunda hipnotizante, me senti mais vivo. Já estava realizando algumas coisas que aprendi, outras sozinho e assim sucessivamente. Ao tirar meu "instrumento" dela, volta para o chĂŁo, continuo a roçar nela, nos beijamos intensamente, os olhos fechados nos levavam a lugares onĂricos onde as lĂnguas se cruzavam parecendo que estavam brigando para ver quem mandava naquela área. O vapor nos agitava, levou uma mĂŁo ao pau, fazendo com que roçasse mais pelo grelo, apimentando mais; esfregava a cabeça pelos lábios, para cima, para baixo, de lado, na virilha, penetrava, tirava, me atiçava, o beijo inflamável, todo cuidado era pouco, as lĂnguas se entendiam perfeitamente como refrigerante e açúcar; diminuindo a intensidade mordi a lĂngua, puxava com os dentes, emendando com os lábios, puxando no maior love, olhos se abrindo, se olhando naquele impacto, ela tirou a mĂŁo do meu instrumento, levou ao clitĂłris, massageou me olhando por alguns segundos mas logo se dedou, pegou o melado, levou Ă prĂłpria boca e chupou me olhando, repetindo isso por pelo menos 3x. De tanto que busquei proporcionar o melhor prazer, ela sabe desde o começo que i'm the man.

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