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Quero ser sua calcinha por uns dias

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Ă€s vezes, quero; outras, preciso. Imagina que orgásmico viver por horas e horas sentindo a voluptuosidade da linda flor que a calcinha esconde e aprecia sozinha? Ela fica lá, esotĂ©rica, na calada, se deleitando. Seria um grande obsĂ©quio da vida se eu deixasse de ser humano e me tornasse sua calcinha. AĂ­ mesmo que minha obsessĂŁo por vocĂŞ triplicaria! “Esvair-se” entre as nádegas, sentir vocĂŞ andando e aquilo roçando, hum... Que delĂ­cia, fico atĂ© com água na boca sĂł de pensar! É martĂ­rio pensar nisso, mas Ă© o que fui impelido a fazer. O fado quis assim. Pois, por dentro me sinto fleumático, e mentalmente já gozei faz tempo. Poder devanear isso Ă© surreal para mim. Devaneando ser sua calcinha me dá ânsia de querer adentrar dobrado em vocĂŞ. Eu quero mesmo sentir mais exacerbadamente o cheiro, o gosto, o eflĂşvio dessa linda flor rosa cheia de mel para me dar. Eu quero sentir vocĂŞ pegando em mim e me ajeitando, para concomitantemente se sentir mais confortável, e por fim, se to...

Mulher, vem sentar na minha boca

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Meu pau extremamente duro, minha língua extremamente mole, ansiosa pelo seu clitóris. Senta gostoso! Isso, esfrega essa boceta por todo o meu rosto, me agita, me trepida, me deixa louco; me instiga, me sacia, me arrepia, me encanta, me torna dependente dessa magnitude rosa. Não vivo à toa, tampouco visando contar estória. Essa boceta suculenta vai me fazer contar muita história. Esse melado gostoso é a energia que enriquece o meu rim. É o alento para eu permanecer rico internamente. Se não fosse para ser assim, eu recusaria. Nessa exacerbação a língua enlouquece, passeia por toda a região, melando os grandes lábios, adentra de modo demasiado, penetra no orifício magnífico, faz vai e vem, eu não caibo em mim... por que você é tão ímpar assim? Lasciva, acaba comigo com seu jeito esporádico, rebola com calma, me mantém fleumático. Tudo fica uma loucura te vendo por cima de mim. Os quadros de Picasso são obsoletos se comparados à sinuosidade desse corpo. Até o design da boceta me tran...

Ame seu corpo!

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Já se olhou no espelho hoje e se afirmou ser magnĂ­fica? Já se alisou, passeou pelas curvas sinuosas do seu corpo e confirmou que Ă© toda boa? Já apreciou suas estrias e celulites e prezou-as, agradecendo por tĂŞ-las? Já sentiu a grandeza da sua linda flor entre suas pernas e cuidou bem dela para que tenha o melhor eflĂşvio possĂ­vel? Já dormiu nua, sozinha, e se sentiu mais viva hoje? Já tomou banho e passou sabonete pelos seios abundantes que seu corpo abrange? Já se dedou durante o banho para se cuidar mais profundamente? Já conversou consigo hoje? Já refletiu sobre o fato de que nem todo homem que te olha Ă© algum estuprador ou nĂŁo presta? Já raciocinou sobre a veracidade de que nem toda cantada Ă© broxante? Ă€s vezes ele sĂł quer chegar em vocĂŞ de uma maneira dĂ­spar mas nĂŁo sabe como — e como vocĂŞ nĂŁo demonstra interesse e/ou atitude, ele optou por isso. Já trocou olhares com alguĂ©m hoje? É... Daqueles que aparenta ser amor Ă  primeira vista, de melar sua calcinha e endurecer o pau d...

Lábios vaginais (parte 4)

Sinto um frio na barriga tĂŁo gostoso quando te vejo nessa posição. Deitada na cama, encostada na cabeceira, com as pernas para o ar, toda, toda, sĂł esperando eu cair de boca. E sou contundente! Vou engatinhando, te olhando, excitado, de olho na flor deslumbrante; lambo a bunda, cuspo, lambo dispersando atĂ© o cuzinho, subindo para a flor, mordendo os grandes lábios extremamente magnĂ­ficos. Eu os amo! É uma coisa demasiadamente absurda essa minha fissura por eles! Tentar demonstrar atravĂ©s das palavras Ă© a minha frustração. Está numa margem outra. O cheirinho dessa flor me conquista cada vez mais. A formação de toda essa formosura me alimenta de ĂŞxtase… Levo minhas mĂŁos Ă s suas pernas, mantenho-as no ar, sei que logo vai arriá-las por cĂŁibra, vocĂŞ resolve fazer o inesperado que me enlouquece: abre a flor como consegue, com uns dedos, e caio dentro desse deleite magnĂ­fico que Ă© usufruir desses lábios exuberantes!

Fernanda

Ô saudade! Como é bom ser humilde de assumir que sinto sua falta, mesmo eu sendo cônscio de que a probabilidade de nos tocarmos novamente é diminuta! Ainda não te esqueci. Desde o dia que te vi pela primeira vez, fiquei pasmo. Branquinha, com uma roupa leve, cabelo preso; desceu a rua, me buscou no ponto de ônibus, voltamos para sua casa, conversamos um pouco no sofá, alisei um pouco as pernas lisinhas, apertava um pouco, te fazia rir... já com o interior borbulhando da química que senti em você. Você calada, tímida, quase não falava. Já eu, demasiado falante. No ar da sala eu sentia o quarto nos chamando... logo fomos. Ligou a televisão (não vi necessidade), reclamei, mas só depois de umas horinhas, desligou. Tudo +/- escuro, apenas com a luz da cozinha ligada, mas que clareava um pouco o quarto. Porém, seu brilho cintilante me fascinava. Deitamos na sua cama, eu por baixo, você posicionada no meu pau, e o eflúvio do tesão rondava o quarto. Nos beijávamos com tanta exacerba...

Beijo no grelo (seu apogeu)

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Ela adora quando começo pela boca, desço beijando o pescoço, lambendo, melando, chupando os seios, lambendo um mamilo com furor, entusiasmado, roçando os dentes pelo mesmo, chupando a auréola; passeando mais para baixo, lambendo a barriga, olhando para cima, ela está descontrolada e ansiosa, olhando para mim mas também fechando os olhos para relaxar mais ainda; buscando o ápice em um lugar mais inusitado, realizamos em cima do armário, onde ela se senta bem à vontade, com uma perna para baixo e a outra meio dobrada, e com a boceta bem exposta e visível para mim. Uma coisa muito deslumbrante, mais que qualquer troféu valioso na estante. Afinal, ela é o meu maior apreço, onde cuido e valorizo o máximo que posso. Então, ela irresistivelmente se deita no armário, estica um braço, derruba um copo de vidro no chão, que quebra mas nem passa perto de cortar nossa onda; sigo exponencial, com frio na barriga, beijando ao redor do clitóris, lambo um grande lábio, ela diz: "Abocanha essa ...

Eu me deleito no sabor da sua flor

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Longe de qualquer dissabor, me obceco cada vez mais após senti-la na minha boca. Seus pequenos lábios colossais me causa uma surrealidade indescritível, e eu, renitente, escrevo sobre isso, para pelo menos, amenizar o impacto. O gosto dela impregnou na minha boca, que se deleita enquanto chupa, sobretudo após o feito. A grandeza que ela abrange, me contagia. Nessa flor fidedigna de belos melados eu me embriago, me entorpeço. A água na boca vem de modo demasiado imediato, pois a sensação é maravilhosa, e você gemendo baixinho só intensifica mais a apreciação que realizo nela. É formidável para nós. O sabor que ela dispersa me faz ir longe quando sinto. O eflúvio natural mescla com salivas cuspidas, e assim forma uma bela fonte energética para mim. Isso, geme! É melodia para os meus ouvidos. Adoro! Amo! Sou fissurado! Vou beijando a virilha, leves lambidas pela parte interna das coxas, alternando, mordiscadas, você se contorcendo levemente, viajando comigo, puxando meus cabel...

Mulheres da rave

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Eu passo mal , me estremeço por dentro. É tanta curva abundante que a saliva atiça a boca. Seios inchados, mamilos excitados; seios avantajados com estrias visíveis (uma coisa linda); celulites, estilos díspares, bundas flácidas, bundas duras, mulheres inteligentes, mulheres imaturas. O concernente é onipresente. A relatividade persuade. O mundo redondo é o mesmo das auréolas dos seios deslumbrantes de algumas donas instigantes por natureza, que esbanjam beleza formidável. Com seus perfumes absurdamente cheirosos, passam e deixam no ar aquele delicioso eflúvio do bom e gostoso aroma. Minhas narinas se deliciam sentindo o cheiro afável de cada um que exala no ar que respiro com ardor. Muitas com cheiro de vodka, outras cheirando naturalidade da pele, e as milésimas com seus reais perfumes deslumbrantes. A divergência de mulheres maravilhosas é imensa! O ambiente é propício para esse tipo de coisa. Talvez, não existe outro lugar no mundo como a rave, para eu celebrar o deleite de...